quinta-feira, setembro 29, 2011

Há novidades (e dúvidas...) sobre Mercúrio e a sua formação

Investigação publicada na Science Observações da sonda Messenger obrigam a repensar formação de Mercúrio
Uma fotografia da superfície de Mercúrio (Carnegie Institution of Washington/NASA)
Não há nada como ver os objectos de perto para os conhecer melhor, e a última vez que se olhou com atenção para Mercúrio foi há 37 anos, com a sonda Mariner 10. Teorias sobre o planeta mais pequeno do Sistema Solar foram feitas a partir destes resultados, mas tudo mudou com a Messenger. A sonda lançada em 2004 começou a orbitar o planeta a 18 de Março deste ano e os dados dos primeiros 90 dias já obrigaram os cientistas a deitar fora aquelas teorias, de acordo com sete artigos publicados nesta quinta-feira na revista Science.
“A presença em abundância de enxofre e potássio na superfície de Mercúrio mostra que o planeta não sofreu as altas temperaturas no início da sua história que pareciam prováveis nas teorias sobre a formação de Mercúrio”, disse Sean Solomon, um dos vários autores dos sete artigos, que trabalha no Instituto Carnegie, em Washington, e que foi o cientista escolhido pela Science para comentar o trabalho, através de um podcast. Solomon explica que o tamanho de Mercúrio e as forças gravíticas entre os planetas do Sistema Solar levaram gerações de cientistas a concluir que a quantidade de ferro presente no planeta tinha que ser muito maior do que a que existe nos outros planetas do interior do Sistema Solar - Vénus, Terra e Marte. Ou seja, Mercúrio é um planeta densíssimo, com um terço do diâmetro da Terra, com imenso ferro. Em 1974, a Mariner 10, que fez três aproximações a Mercúrio - mas que nunca orbitou o planeta como a Messenger - confirmou esta visão. As teorias que foram nascendo sobre a sua formação envolviam ou altas temperaturas vindas do Sol, que queimaram uma parte mais externa e mais rochosa do planeta e deixaram a versão mais pequena e mais metálica que hoje conhecemos, ou um outro objecto com um tamanho semelhante ao de Mercúrio que embateu contra este e arrancou essa camada mais rochosa, com a ajuda de altas temperaturas. Em ambos os casos e de acordo com o que se sabe hoje, se isto realmente tivesse acontecido, grande parte do potássio e do enxofre que se encontrou agora à superfície do astro teria sido volatilizada. Por isso, o cientista é peremptório: há que “repensar todas as ideias sobre a formação de Mercúrio”. Um espectrómetro de raio-X foi o instrumento que permitiu medir estes elementos na superfície do planeta e faz parte dos seis instrumentos principais da Messenger, cujo nome é uma espécie de acrónimo para Mercury Surface, Space Environment, Geochemistry and Raging. Os instrumentos trouxeram mais surpresas. Os cientistas descobriram uma camada de lava solidificada que cobre seis por cento da área do planeta, o equivalente a três quintos dos Estados Unidos, e tem uma espessura de mais de um quilómetro. A lava brotou de rachas na superfície em grandes quantidades, num fenómeno de vulcanismo que durou pouco tempo e aconteceu entre 3,5 e quatro mil milhões de anos atrás. Esta lava seria tão quente que derretia a superfície, provocando sulcos. A equipa também descobriu uma paisagem nunca vista, formada por muitos buracos sem bordas salientes, que ocorrem em zonas de substratos brilhantes no meio de crateras de impacto de meteoritos. “A melhor explicação é que há um material destes depósitos que sublimou”, defendeu Solomon. As altas temperaturas diurnas de Mercúrio podem ter volatilizado alguma substância, formando estas concavidades. Isto mostra que ainda “é possível que Mercúrio esteja geologicamente activo”, disse o cientista, acrescentando que a sua superfície pode estar a alterar-se pela perda de alguns materiais. A sonda tem pelo menos mais seis meses de observação, se a NASA não quiser prolongar os trabalhos. Solomon espera que prolongue. O Sol está a atingir o pico do seu ciclo de actividade e, segundo o cientista, é um privilégio ter um observatório que testemunha esta interacção com o planeta mais próximo da sua estrela. Isto e tentar perceber como é que astros irmãos como Mercúrio, Vénus, Marte e Terra são hoje tão diferentes.
in Público - ler notícia

quinta-feira, setembro 22, 2011

Formação em Leiria - Hortas em espaços urbanos

Hortas em espaços urbanos

1 de outubro de 2011

Centro de Interpretação Ambiental de Leiria

Formadora: Fernanda Botelho


Público-alvo: Crianças a partir dos 7 anos, jovens e adultos (mínimo de participantes 12 e máximo 20)

Local de realização: Centro de Interpretação Ambiental de Leiria

Telefone: 244 845 651

Actividades
  • Como cultivar em modo biológico, uma horta ou um jardim/ horta em pequenos espaços, varandas, terraços ou canteiros.
  • Que recipientes utilizar, que tipo de terra, qual a melhor escolha de plantas, plantas repelentes de insectos e plantas que atraem polinizadores.
  • Pequenos truques para evitar e tratar algumas pragas.
  • Qual a melhor altura do ano para iniciar a sua horta.
  • Plantar, transplantar, fazer estacarias e sementeiras.
  • Cuidados especiais com o frio, geada, sol directo, vento, etc.
  • Oferta de estacarias e sementes.

Preço de Inscrição - €15,00

Horário: das 14.00 às 18.00 horas

Inscrições: cia@cm-leiria.pt

Ficheiros de Apoio:

    Conferência sobre achados arqueológicos no Castelo de Leiria


    CONVERSAS SOBRE ARQUEOLOGIA EM LEIRIA
    “O Castelo de Leiria: novos resultados arqueológicos”
    Data: 24 de setembro de 2011
    Promotor: Câmara Municipal de Leiria
    Local: Paços Novos do Castelo de Leiria
    Horário: 17.00 horas
    As “Conversas sobre arqueologia” procuram incentivar o envolvimento da comunidade na discussão de questões relacionadas com o património cultural e divulgar os resultados das intervenções arqueológicas realizadas nos últimos anos no concelho de Leiria.
    Desta feita, têm lugar três conferências promovidas pelo Município de Leiria, no quadro do Plano Nacional de Trabalhos Arqueológicos (PNTA):
    "O projecto de investigação arqueológica no Núcleo do Castelo de Leiria: enquadramento, objectivos e resultados" - Vânia Carvalho (arqueóloga e responsável pelo PNTA - CMLeiria)
    "Completando por muralhas a obra da Natureza: o Castelo de Leiria, das origens à contemporaneidade" - Isabel Inácio e Filipe Coutinho (arqueólogos, responsáveis pelas intervenções de sondagens manuais e prospecção geofísica)
    "A documentação geométrica e fotogramétrica do Castelo de Leiria" -  Alberto Martinez (engenheiro especializado em levantamentos arquitectónicos e fotogramétricos)
    Observações: conferências integradas nas Jornadas Europeias do Património 2011
    ENTRADA LIVRE
     Informações
    244 839 677 

    1º Passeio de Bicicleta da Valorlis (Leiria - Marinha Grande)

    Valorlis convida a rodar pela reciclagem
    A Valorlis – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A., no âmbito da campanha “Os Amigos do Vidrão”, que pretende sensibilizar para a correcta deposição das embalagens de vidro para posterior reciclagem, desafia toda a população a participar no 1º Passeio de Bicicleta da Valorlis, dedicado ao vidro e à reciclagem.
    O passeio de bicicleta está marcado para o dia 25 de setembro de 2011 com início na Valorlis (no novo Ecocentro) às 09.00 horas e terá como destino a Marinha Grande, cidade do vidro.
    O passeio é dirigido a toda a população, para todas as idades, contando com dois percursos fáceis e acessíveis, um mais curto de apenas 10 km e um percurso de 30 km.
    No final do passeio, que será na Valorlis, haverá animação para as crianças e convívio com caldo verde para todos os participantes.
    Sobre a importância da sensibilização para a reciclagem do vidro, Miguel Aranda da Silva, administrador-delegado da Valorlis, explica que, «embora tenha sido um material cuja recolha teve grande crescimento no início, tem agora uma evolução mais lenta, exigindo um maior esforço de sensibilização dos munícipes». «Depois de estarmos nas escolas com os concursos “As Vidas do Vidro” e “Ciclo do Vidro”, a nossa aposta de sensibilização recai agora nos adultos, ao tentar juntar as famílias num passeio de bicicleta divertido em que o mote é a reciclagem”, justifica Miguel Aranda da Silva.
    As inscrições podem ser realizadas para o e-mail da Valorlis (valorlis@valorlis.pt) ou por telefone (244 575 540) e terão o valor simbólico de três embalagens de vidro, que cada participante deverá depositar no ecoponto que estará no local de partida no dia do passeio.
    O 1º Passeio de Bicicleta da Valorlis tem a organização do Palco da Aventura, contando com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande e com a colaboração da fábrica Santos Barosa.
    Para quaisquer informações adicionais:
    Telefone: 244 575 540 

    quarta-feira, setembro 21, 2011

    Acordo ortográfico (herrar é umano)

    (imagem daqui)
    É com tristeza que informamos que, a partir deste post, este blog vai aderir à nova forma de escrever português, vulgo o Acordo Ortográfico de 1990.
    Vai-nos custar um pouco, vamos dar erros, mas, é um fa(c)to, a profissão de professor, que a maioria dos bloggers que aqui escreve tem, assim nos obriga.

    sexta-feira, setembro 09, 2011

    Encerramento da Astronomia no Verão 2011 - observação astronómica na Praia da Vieira de Leiria

    Post em estereofonia com o blog AstroLeiria:
    Hoje, dia 9 de Setembro de 2011, a Ad Astra (Associação para a Divulgação da Astronomia de Amadores) faz uma observação astronómica na Praia de Vieira de Leiria, junto ao Monumento ao Pescador, entre as 21.30 e as 24.00 horas. O Núcleo de Astronomia Galileu Galilei, clube de Astronomia da Escola Correia Mateus, irá também estar representada pelo professor Fernando Martins.
    Nesta sessão, que será o encerramento das actividades deste ano da Astronomia no Verão da Ad Astra (que também está no Facebook), caso as condições meteorológicas o permitam, terá Lua e Júpiter bem visíveis, bem como muitos outros astros e objectos mais difíceis de observar. Temos previsto utilizar três telescópios e uns binóculos (e quem quiser pode levar os seus binóculos ou telescópio).
    Compareçam -  a actividade é livre e não precisa de inscrição...!

    domingo, setembro 04, 2011

    Observação astronómica em Vieira de Leiria

    Post conjunto com o Blog AstroLeiria:
    No passado dia 26 de Agosto de 2011 participei numa observação astronómica da Ad Astra (Associação para a Divulgação da Astronomia de Amadores) na Praia de Vieira de Leiria.
    Foi uma sessão animada, com muitos portugueses mas também espanhóis, franceses e alemães, que nos proporcionaram imensa conversa em quatro línguas (como não sei alemão falei em inglês com um senhor). Enquanto o Carlos e o João mostravam uma estrela dupla (Alcor e Mizar, na Ursa Maior) e M13 (um fantástico aglomerado globular na constelação de Hércules) e muitas outras coisas (isto para além de irem respondendo às questões dos interessados) eu fui mostrando como funciona um telescópio, como se alinha, tipos e componentes de telescópios, usando, no final, o Telescópio Dobson da Escola Correia Mateus para mostrar Júpiter, os seus satélites de Galileu e as suas bandas paralelas ao equador. Foi engraçado encontrar duas ex-alunas (uma da Escola D. Dinis e outra da Escola Correia Mateus) e uma futura aluna, com as respectivas famílias...!
    Aos participantes, em especial os que aguentaram até depois da meia noite e nos obrigaram a mostrar Júpiter, os nossos agradecimentos. Esperamos que a próxima sessão, que será o encerramento das actividades deste ano da Astronomia no Verão da Ad Astra (que também está no Facebook), também tenha muitos clientes, pois terá Lua e Júpiter bem visíveis...
    E agora algumas fotos da sessão de 26.08.2011:

    segunda-feira, agosto 29, 2011

    Ciência Viva no Verão - resumo de duas actividades conjuntas

    No passado dia 16 de Agosto de 2011, eu, mais alguns familiares e amigos, fomos até à Praia de Faro, a duas actividades organizadas pelo Centro Ciência Viva do Algarve, no âmbito da Ciência Viva no Verão de 2011. Estas decorreram no Centro Azul - Centro Náutico da Praia de Faro, não necessitando de inscrição, e intitulavam-se Biodiversidade – desafios e ameaças numa Ria em mudança (Biologia no Verão) e As barras também migram (Geologia no Verão).
    À semelhança do ano passado, esta estava muito interessante e bem organizada, pese embora o facto de estar quase igual ao ano passado. As responsáveis eram simpáticas e explicavam tudo de forma excelente, havendo ainda um cantinho com livros para a troca.
    O facto de a explanada exterior ser excelente, de a Ria Formosa ficar a poucos metros (o meu filho e sobrinhos foram apanhar bichos para a actividade...) e o mar ser logo ao lado melhorou ainda mais a actividade.
    E agora, aqui ficam algumas fotos da actividade:
    Classificação e nome comum de bivalves e outros gastrópodes com concha
    Carta geológica de parte do Algarve
    Na explanada exterior
    Ria Formosa
    No tanque centra, vendo e mexendo nos animais
    Cartaz exterior
    Cartaz de entrada
    Muppies interiores
    Gastrópodes
    Microscópios e painéis informativos
    Brincando com os bichos do tanque
    Colocando ascídeas (cordatos primitivos) no tanque
    Crustáceo (santola) no tanque
    Lebre do mar (vendo-se o esqueleto)
    Vendo as partidas de aviões
    Os primos apanhando animais na Ria Formosa
    O descanso das guerreiras
    Nadando da praia de Faro

    sexta-feira, agosto 26, 2011

    Novidades sobre asteróides e meteoritos

    Sistema solar Meteoritos vêm de asteróides rochosos mais próximos
    Amostras do asteróide Itokawa trazidas para a Terra revelam a novidade
    Há muito que os astrónomos suspeitavam que a origem da maioria dos meteoritos que caem na Terra estava nos asteróides. Mas, observadas cá de baixo, as assinaturas físico-químicas desses corpos rochosos que povoam o sistema solar não condiziam com as dos meteoritos. A única maneira era ir lá buscar uma amostra para tirar teimas e foi o que a missão japonesa Hayabusa fez, no asteróide Itokawa, regressando à Terra, no ano passado, com uma mão-cheia de pedacinhos intactos. E o enigma está resolvido: os condritos, a maioria dos meteoritos que caem na superfície terrestre, vêm mesmo dos asteróides, sobretudo dos mais próximos da Terra, designados de tipo S. Os primeiros estudos das amostras do Itokawa são publicados hoje na Science.
    in DN - ler notícia

    quarta-feira, agosto 24, 2011

    Saída de Campo: Aves e Dinossáurios

    Visita ao Cabo Carvoeiro, Lagoa de Óbidos e Lourinhã (Programa Aves & Dinossauros), com a Birds & Nature 
    Data: 17 de Setembro de 2011
     O Programa Aves & Dinossauros foi concebido pela Birds & Nature em parceria com o Museu da Lourinhã e conjuga, ao longo de um dia, a actividade de observação de aves (na zona do Cabo Carvoeiro e na Lagoa de Óbidos), com a observação de registos fósseis de dinossauros em arribas e falésias do concelho da Lourinhã, bem como uma visita ao Museu desta cidade.  
    O Museu da Lourinhã é a principal realização do GEAL (Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã), uma associação sem fins lucrativos, cujos objectivos incluem três áreas temáticas principais: a Etnografia, a Arqueologia e a Paleontologia. Em Portugal, o pavilhão da Paleontologia constitui o local com maior número de dinossauros expostos, incluíndo também vários registos fósseis únicos. O Museu possui o único laboratório de preparação de fósseis que, em Portugal, se dedica a tempo inteiro a essa tarefa e que pode ser visto em laboração. A visita de campo para observação de registos fósseis, decorrerá no concelho da Lourinhã, em locais privilegiados para a compreensão e aquisição de conhecimentos sobre a história da Terra. Visitaremos arribas e falésias junto ao mar, em terrenos de enorme importância paleontológica, pelas jazidas de dinossauros do Jurássico Superior. A visita ao museu e a visita de campo para observação de registos fósseis será guiada pelo Doutor Octávio Mateus, da Universidade Nova de Lisboa e do Museu da Lourinhã, paleontólogo com um extenso trabalho de investigação nesta área, tendo publicado numerosos artigos científicos em revistas nacionais e estrangeiras e que já descreveu várias novas espécies de dinossauros para a ciência. Relativamente à observação de aves, visitaremos o Cabo Carvoeiro/Peniche e a Lagoa de Óbidos. Quanto ao primeiro, trata-se de um excelente local para a observação de diversas espécies de aves marinhas e esta altura do ano é especialmente interessante. É possível observar várias espécies, como são exemplos: a Negrola, a Cagarra, a Pardela-de-barrete, a Pardela-preta, o Fura-bucho do Atlântico, o Fura-bucho das Baleares, a Alma-de-mestre, o Alcatraz, o Corvo-marinho, a Galheta, o Moleiro do Árctico, o Moleiro-pequeno, o Alcaide, o Garajau, a Gaivina e a Gaivina do Árctico. Para além das aves marinhas, é expectável observar algumas outras espécies raras e locais, como é exemplo o Falcão-peregrino. Na Lagoa de Óbidos, esperamos observar diversas espécies de aves de vários grupos, como são exemplos as limícolas, os patos, as gaivotas, as andorinhas-do-mar e os passeriformes; nesta altura do ano, a lagoa é um óptimo local para observar aves em migração, incluindo espécies emblemáticas como a Águia-pesqueira.
    Programa
    09.00 – Encontro no Museu da Lourinhã 09.10 – Visita ao Museu 10.30 – Saída para o campo, para observação de registos fósseis nas Arribas da Lourinhã 13.30 – Regresso à Lourinhã, para almoço 13.45 – Almoço (em restaurante ainda a definir) 15.15 – Saída para Peniche / Cabo Carvoeiro 15.30 – Observação de aves marinhas no Cabo Carvoeiro 16.30 – Saída para a Lagoa de Óbidos 17.00 – Observação de aves na Lagoa de Óbidos 19.00 – Final da actividade
    Preço: 45 euros por pessoa. 
    O preço inclui: acompanhamento permanente de guia da Birds & Nature, visita guiada por um especialista em paleontologia às arribas e falésias, bem como ao Museu da Lourinhã, custo de entrada no Museu, utilização de material óptico de qualidade (binóculos e telescópios), seguro de acidentes pessoais e IVA. Não inclui: almoço, transporte para os locais de observação e outras despesas de carácter pessoal.
    Notas 
    Nos passeios organizados pela Birds & Nature, tentamos proporcionar não só excelentes momentos de birdwatching, mas também oportunidades fotográficas únicas. O programa realiza-se com um mínimo de 8 participantes; o número máximo de inscrições aceites é de 24.
    Birds & Nature Tours é uma empresa de animação turística licenciada para esta actividade, com o RNAAT nº 25/2008 do Turismo de Portugal, I.P.
    Para reservas ou saber mais informações, contacte-nos!

    Mais uma interessante descoberta de icnofósseis e ossos de vertebrados em Angola

    Expedição internacional ocorreu entre Julho e Agosto
    Português descobre primeiras pegadas de dinossauro encontradas em Angola
    O paleontólogo Octávio Mateus, responsável pelo achado
    O paleontólogo Octávio Mateus descobriu as primeiras pegadas de dinossauro encontradas em Angola, durante uma expedição internacional ocorrida entre Julho e este mês.
    O cientista português disse à Lusa que se trata das "primeiras pegadas  que se conhece em Angola", que se presume pertencerem a um dinossauro saurópode  que terá vivido no Cretácico Inferior, há cerca de 128 milhões de anos. 
    Ao todo, a descoberta é composta por 70 pegadas de mamíferos e por dois  trilhos de dinossauros, um deles ainda com "impressões de pele".  
    Os achados de pegadas de mamíferos levam a equipa de cientistas internacionais,  composta ainda por dois americanos e por um holandês e com colaboração angolana,  a admitir a descoberta de "mamíferos muito maiores do que aqueles que se  pensavam existirem à época no resto do mundo", dada a dimensão de pegadas  com cerca de cinco centímetros.  
    Durante a expedição, foram ainda feitos achados de plesiossauros, pterossauros e mosassauros, de mamíferos marinhos e de baleias e crocodilos.  
    Duas novas espécies de mosassauros (répteis marinhos), que até agora  se desconheciam existirem em Angola, foram descobertas: "Carnodeus belgicus"  e "Mosasaurus hoffmani" (este com um crânio enorme de 1,5 metros).  
    A expedição foi realizada nas províncias de Cabinda, Bengo, Kwanza Sul,  Benguela, Namibe, Huila e Lunda Sul. Os achados seguem agora para estudo, ficando mais tarde expostos no  Museu de Geologia da Universidade Agostinho Neto, em Luanda.  
    in CM - ler notícia

    sexta-feira, agosto 19, 2011

    Notícia sobre plantas aromáticas e medicinais no Público


    Diário de um passeio de ervas no Festival Andanças 
    Fernanda Botelho editou As plantas e a saúde - Guia prático de primeiros socorros (Ariana Editora) e a agenda de 2011 Árvores, arbustos e outras plantas medicinais (Ariana Editora).
    Escreve regularmente para o Portal do Jardim e é a autora do blogue Malva Silvestre.
     O festival Andanças realiza-se todos os anos na primeira semana de Agosto, na aldeia de Carvalhais, em São Pedro do Sul. Nos últimos dois anos, Fernanda Botelho foi convidada a orientar workshops e caminhadas de reconhecimento de ervas aromáticas e plantas medicinais pelos montes e vales da região. Em exclusivo para o Life&Style, Fernanda Botelho escreveu o diário da caminhada.

    É certo que em Agosto a diversidade de plantas não é muito grande, mas mesmo assim aceitamos o desafio, pois há sempre plantas e árvores com muitas histórias para contar, começando logo à partida pelas árvores que dão origem ao nome da aldeia de Carvalhais: os carvalhos que, para meu grande espanto, muitos do cerca de 40 participantes da caminhada, desconheciam.
    Em tempos de escassez, as bolotas de carvalhos eram muito apreciadas como alimento, sendo as de sabor mais doce as do Quercus rotundifólia- uma subespécie do Q.ilex- que, para além de serem ingeridas cruas, cozidas, torradas em forma de café, eram ainda moídas e misturadas com outros cereais no fabrico do pão.
    De um ponto de vista medicinal, estas bolotas reduzem o fluxo menstrual, tonificando os músculos pélvicos e abdominais, sendo muito úteis em casos de prolápse do útero. No aparelho digestivo são utilizadas para tratar diarreia e disenteria e colite devido à sua acção adstringente. São ainda importantes no tratamento de hemorróidas e varizes. É um conhecido e eficaz remédio para tratar problemas de alcoolismo. Externamente em gargarejos no combate a dores de garganta, amigdalites, infecções da boca e gengivas, frieiras; em lavagens para tratar hemorróidas, feridas, corrimentos vaginais, fissuras anais, pequenas queimaduras.
    Em Portugal os Quercus são muito apreciados pela sua resistência ao fogo, pela sua durabilidade e adaptabilidade, pela utilidade das suas bolotas, hoje quase exclusivamente para alimento dos porcos, especialmente do porco preto, mas principalmente para extracção da cortiça.
    Portugal é o maior produtor de cortiça do mundo, produzindo cerca de 50 por cento deste material que é a casca do Quercus suber está protegido por lei só podendo ser cortado em situações muito específicas e com autorização especial. A cortiça é extraída de nove em nove anos e não danifica a árvore.

    Verdes e rasteiras

    Por este andar nem precisamos de ir muito longe, muitas das plantas que crescem à nossa volta são exactamente aquelas que mais nos poderão servir.
    Andamos mais 20 metros, olhamos para o chão, e encontramos a tanchagem crescendo ali na beira do caminho, nas partes mais húmidas. Uma excelente planta de primeiros socorros, a tanchagem trata queimaduras, picadas de insectos, inflamações articulares. As suas folhas são um excelente legume que podem ser ingeridas cruas ou cozinhadas, as sementes tenras, ou seja, antes de estarem completamente formadas, têm um sabor a cogumelos puccini. Abundam nos relvados, beiras de caminhos e pradarias.
    Sem sequer sair do mesmo lugar descobrimos as silvas, carregadinhas de suculentas amoras, ricas em vitaminas A, B e sobretudo C. Tal como todos os frutos vermelhos, as amoras são muito ricas em anti-oxidantes e tão importantes no combate aos radicais livres!
    Para combater os arranhões e o inchaço causados pelos picos das silvas pode utilizar a folha da mesma planta esmagada para desinfectar e estancar o sangue, caso seja necessário. O chá destas folhas é ainda útil no tratamento de diarreia, disenteria, úlceras da boca, gengivites, dores de garganta (podem utilizar-se também em gargarejos), estados gripais, ajuda a baixar a febre e é útil em casos de anemia. Uma vez arrefecido o chá pode ser utilizado como loção para a pele.
    As folhas das silvas são bastante adstringentes. Nalgumas culturas mastigam-se os rebentos tenros para aliviar dores de cabeça, sendo que estes também podem ser consumidos em saladas.

    Doce como o meliloto

    Continuamos a caminhada e encontramos meliloto que muita gente já tinha visto mas que desconhecia o nome e as suas propriedades medicinais. Tal como todas as leguminosas, o meliloto é um excelente fixador de azoto no solo e muito atraente para as abelhas. O seu nome deriva do grego mêli (mel).
    É uma planta espontânea, muito comum da nossa flora, que gosta de solos calcários e arenosos. É anti-espasmódica, anticoagulante, sedativa, anti-inflamatória, sobretudo para tratar problemas da vista. Em uso interno e externo, ajuda a tratar varizes e hemorróidas e reduz o risco de flebites e tromboses. Precauções: Não ingerir meliloto se estiver a tomar anticoagulantes.
    Depois encontramos malvas, uma das plantas mais utilizadas em Portugal para tratar os mais diversos problemas inflamatórios desde conjuntivites, gengivites, inflamações vaginais ou inflamações cutâneas. Para além dos chás e lavagens, pode usar as folhas em sopas e as flores em saladas.
    Encontramos a dedaleira que NÃO se pode consumir em sopas ou saladas devido à sua toxicidade, mas no entanto é muito procurada pela indústria farmacêutica para sintetização dos seus componentes, digitalina e digitoxina, para fabrico de medicamentos cardíacos.
    Encontramos fetos e pinheiros, urzes e mentas, todas elas ervas com interesse terapêutico e culinário. A urze é muito eficaz contra infecções urinárias e a menta é reconhecida enquanto planta refrescante e digestiva sendo utilizada na culinária de vários países em molhos, sobremesas, sumos e refrescos.
    Encontramos trevos, camomilas, oregãos e celidónia, ou erva-do-betadine, utilizada principalmente para tratar verrugas.
    Encontramos plantas tintureiras e outras desconhecidas, plantas venenosas e plantas comestíveis, plantas para as abelhas e plantas para os humanos.
    O passeio durou cerca de três horas e saímos de lá todos mais ricos e com vontade de continuar a desvendar mais segredos de plantas. É bom sentir o entusiasmo e interesse de tanta gente fascinada com tudo o que as plantas têm para nos revelar.


    NOTA: este blog tem divulgado algumas actividades de Fernanda Botelho, nomeadamente Formações em Leiria nesta área... Este post foi roubado ao Blog Geopedrados.

    quinta-feira, agosto 18, 2011

    Foi descoberto mais um fóssil vivo

    Nova espécie existe no oceano Pacífico 
    Enguia descoberta é um fóssil vivo 

    O peixe foi encontrado em Março de 2010

    Uma nova espécie de enguia encontrada numa gruta marinha é um “fóssil vivo” muito parecido com as primeiras enguias que nadaram há cerca de 200 milhões de anos, revela um artigo publicado nesta quinta-feira na revista inglesa Proceedings of the Royal Society B

     A espécie foi encontrada em Março de 2010 a 35 metros de profundidade num recife ao largo de Palau, uma ilha a norte da Indonésia, no oceano Pacífico. O peixe castanho é suficientemente diferente para formar por si só uma nova família, tem poucas características em comum com as enguias modernas que ao todo formam 19 famílias com 819 espécies.

    O novo animal tem uma cabeça desproporcionalmente grande, um corpo pequeno e comprimido, tem as aberturas das guelras em forma de colar, raios na barbatana caudal e um maxilar chamado pré-maxila. Todos estas características são semelhantes às enguias primitivas que viveram na altura em que os dinossauros caminhavam sobre a Terra.

    O nome científico da nova espécie é Protoanguilla palau. A espécie forma também um novo género e uma nova família, chamada Protoanguillidae. O termo proto, significa em grego "primeiro", e anguilla é a palavra latina para "enguia".

    A equipa que fez a descoberta foi liderada por Masaki Miya, investigador do Museu e Instituto de História Natural de Chiba, no Japão. Com a ajuda de lâmpadas e redes, a equipa recolheu oito espécimes, com comprimentos entre seis e nove centímetros, fizeram testes de ADN e pesquisaram qual é a posição deste peixe na história genética e evolutiva.

    Para já, a enguia só foi encontrada neste local, mas poderá ter uma distribuição bem maior, avança o estudo.

    O termo "fóssil vivo" foi inventado por Charles Darwin no seu famoso livro A origem das espécies. É usado para descrever espécies que sobreviveram durante milhões de anos e que exploraram nichos ecológicos que mudaram tão pouco que não pressionaram as espécies para evoluírem. Um dos fósseis vivos mais emblemáticos é o peixe celacanto, descoberto no final da década de 1930, que vive no oceano Índico.

    in Público - ler notícia

    sexta-feira, agosto 12, 2011

    Hoje é o pico da Chuva de Estrelas das Perseidas


    Imagem adaptada daqui

    Embora este ano sejam muito prejudicadas pela Lua (quase) Cheia, é um dia para observar o céu e olhar em direcção à constelação de Perseu, sentado ou deitado para abarcar o máximo possível da abóbada celeste.


    Uma perseida sobre o fundo da Via Láctea
    As Perseidas ou Perséiades são uma prolífica chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle. São assim denominadas devido ao ponto do céu de onde parecem vir, o radiante, localizado na constelação de Perseus. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra atravessa um rasto de meteoros. Neste caso o rasto é denominado de nuvem Perseida e estende-se ao longo órbita do cometa Swift-Tuttle. A nuvem consiste em partículas ejectadas pelo cometa durante a sua passagem perto do Sol. A maior parte do material presente na nuvem actualmente, tem aproximadamente 1.000 anos. No entanto, existe um filamento relativamente recente de poeiras neste rasto proveniente da passagem do cometa em 1862.
    O fenómeno é visível anualmente a partir de meados de Julho, registando-se a maior actividade entre os dias 8 e 14 de Agosto, ocorrendo o seu pico por volta do dia 12. Durante o pico, a taxa de estrelas cadentes pode ultrapassar as 60 por hora. Podem ser observadas ao longo de todo o plano celeste, mas devido à trajectória da órbita do cometa Swift-Tuttle, são observáveis essencialmente no Hemisfério Norte.
    A famosa chuva de estrelas das Perseidas tem sido observada ao longo dos últimos 2.000 anos, com a primeira descrição conhecida deste fenómeno registada no Extremo Oriente no ano 36. Na Europa recém cristianizada, as Perseidas tornaram-se conhecidas como Lágrimas de São Lourenço.
    De forma a viver esta experiência ao máximo, a chuva deverá ser observada numa noite limpa e sem lua, a partir de um ponto afastado das grandes concentrações urbanas, onde o céu não se encontre afectado pela poluição luminosa. As Perseidas possuem um pico relativamente grande, pelo que o fenómeno pode ser observado ao longo de várias noites. Em qualquer uma destas, a actividade começa lentamente ao anoitecer, aumentando subitamente por volta das 23h, quando o radiante atinge uma posição celeste relativamente elevada. A taxa de meteoros aumenta de forma contínua ao longo da noite, atingindo o pico pouco antes do amanhecer, aproximadamente 1½ a 2 horas antes do nascer do sol.


    NOTA: post em estereofonia com o Blog AstroLeiria.

    quinta-feira, agosto 11, 2011

    O satélite de Marte Deimos foi descoberto há 134 anos



    Deimos é a menor e mais afastada das duas luas de Marte. É, também, a menor lua reconhecida do sistema solar. Seu nome é grego. Deimos era um dos filhos de Ares e Afrodite; deimos, em grego, significa terror.
    A lua foi descoberta (junto com Fobos, uns dias mais tarde) em 12 de Agosto de 1877 por Asaph Hall e fotografado pela Viking 1 em 1977. Deimos tem um formato bastante irregular e acredita-se que se trate de um asteroide que foi perturbado de sua órbita por Júpiter e que acabou por ser capturado pela gravidade de Marte, passando a ser seu satélite.

    Características principais
    Por ser pequeno, Deimos não apresenta uma forma esférica, possuindo dimensões muito irregulares. É composto por rochas ricas em carbono, tal como muitos asteróides, e gelo. A sua superfície apresenta um número razoável de crateras mas, relativamente a Fobos, é muito mais lisa, consequência do preenchimento parcial das crateras com rególito (rochas decompostas). As maiores crateras deste satélite são Swift e Voltaire que medem, aproximadamente, 30 km de diâmetro.
    Visto de Deimos, Marte surge no céu como um objecto 1000 vezes maior e 400 vezes mais brilhante do que a Lua cheia, como é observada da Terra.
    Visto de Marte, Deimos surge como um pequeno ponto no céu, difícil de distinguir das outras estrelas embora, no seu máximo brilho, possua um brilho equivalente a Vénus (tal como é visto da Terra).

    Formações geológicas
    Apenas duas formações geológicas em Deimos receberam nomes. As crateras Swift e Voltaire receberam nomes de autores que especularam a existência de luas marcianas antes da descoberta das mesmas.

    adaptado da Wikipédia

    sábado, agosto 06, 2011

    Descobertos estromatólitos de água doce em grutas!



    FIRST OF ITS KIND: Lundberg explaining about the formation of stromatolites.

    KUCHING: The presence of stromatolites have been detected in Deer Cave, revealed visiting speaker Professor Joyce Lundberg from Carleton University, Ottawa, Canada, yesterday.

    The presence of stromatolites have been detected in Deer Cave, revealed visiting speaker Professor Joyce Lundberg from Carleton University, Ottawa, Canada, yesterday.
    A suite of distinctive freshwater stromatolites developed in the low light zone close to the northeastern entrance of the cave located in Gunung Mulu National Park, is the first of their kind reported in the world.
    Deer Cave is already famous for its huge passages and vast bat population.
    According to Joyce, stromatolites are layered sedimentary fossilised structures formed from layers of cyanobacteria, calcium carbonate and trapped sediments.
    “These stromatolites grow in a series of horizontal narrow shelves up a part of the cave wall that is exposed to low light, vertically underneath the guano-laden shelf washed by fresh water from a shower head above,” she explained in a technical talk given at the Tun Abdul Razak Hall yesterday.
    The talk titled “Freshwater Stromatolites in Deer Cave, Sarawak – A Unique Geobiological Cave Formation” is part of a regular series of heritage talks organised by the Sarawak Museum Department.
    About 40 people, comprising of students, academicians and officers from relevant government bodies, attended the talk.

    sexta-feira, agosto 05, 2011

    Astrofesta 2011 - Observatório Astronómico de Lisboa (5 a 7 de Agosto)


    Em 2011 comemoram-se os 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) e os 100 anos da FCUL e da UL. Para assinalar este facto foi decidido escolher o Observatório Astronómico de Lisboa como local para realizar a ASTROFESTA no fim de semana 5, 6 e 7 de Agosto de 2011 (quarto-crescente da Lua, como é habitual). 
    Além das observações possíveis no céu de Lisboa, está planeado um conjunto de palestras, algumas das quais de temática histórica, e também uma actividade forte centrada em workshops ligados com a utilização de telescópios e a astrofotografia. Falaremos dos telescópios do passado, do presente e do futuro.

    PROGRAMA


    Sexta feira, dia 5 de Agosto

    18:30 O Observatório Astronómico de Lisboa – 150 anos
    Pedro Raposo (CIUHCT)*

    19:30 Visita guiada aos espaços do Observatório.

    21:30 2012  – o ano da confluência cósmica?
    Rui Agostinho (OAL, FCUL)*

    22:30 Momento musical pelo conjunto Aves Migratórias

    23:30 O céu de Portugal
    Máximo Ferreira (CCVC)* (seguido de observações pela noite dentro)


    Sábado, dia 6 de Agosto

    11:30 Telescópios do presente
    Guilherme Almeida (APAA)*

    12:00 Iniciação à Astrofotografia
    Pedro Ré (FCUL, APAA)*

    12:30 Medir o Céu
    V. Teixeira e L. Tirapicos (MCUL)*

    As três apresentações de manhã destinam-se a introduzir e a motivar os participantes para os “workshops” da tarde, de natureza “hands on”, que funcionarão em paralelo entre as 14h e as 17h. Devido a limitações de espaço estas actividades têm um número máximo de participantes e requerem uma inscrição prévia obrigatória. Consulte a página de Inscrições para informaçoes adicionais.

    WS1 –  Óptica e tipos de telescópios, Guilherme de Almeida (APAA)*
    WS2 –  Astrofotografia, Pedro Ré (APAA)*
    WS3 –  Relógios de Sol, astrolábios e nocturlábio, V. Teixeira, L. Tirapicos (MCUL)* e S. Ferreira (OAL)*
    Haverá duas sessões, uma às 14:00 e outra às 15:30

    Funcionarão ainda mais duas actividades neste período entre as 14h e as 17h

    ACT1 – Técnicas matemáticas da Astronomia antiga: uma introdução, Henrique Leitão (FCUL, CIUHCT)*
    ACT2 – O CAAUL abre as suas portas, Investigadores do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa falam sobre o seu trabalho de investigação.
    Haverá três sessões: às 14:00, às 15:00 e às 16:00


    17:00 A ASTROFESTA DE 2011
    Assinalando mais uma edição das astrofesta, o OAL convida as instituições participantes para uma pequeno depoimento formal de abertura:  com representantes da UL, da FCUL, da C.Viva, da APAA.

    17:30 A luz do Universo
    José Afonso (OAL)*

    18:15 A astronomia de Galileu
    Henrique Leitão (FCUL, CIUHCT)*

    19:00 O observatório Astronómico da Escola Politécnica: uma perspectiva patrimonial
    Marta Lourenço (MCUL)*

    19:30 Actividades de Astronomia no Museu de Ciência da Universidade de Lisboa
    Vasco Teixeira (MCUL)*

    20:00 Actividades de Astronomia no Centro Ciência Viva de Constância
    Máximo Ferreira (CCVC)*

    21:30 Telescópios do passado
    Luis Tirapicos (MCUL)*

    22:00 Planetas extra solares
    Sérgio Sousa (CAUP)*

    23:00 Telescópios do futuro
    José Afonso (OAL)*

    24:00 Visita Guiada ao Céu
    Guilherme de Almeida (APAA)*

    seguido de observações pela noite dentro


    Domingo, dia 7 de Agosto

    11:30 Navegações astronómicas nos descobrimentos
    Rui Agostinho (OAL, FCUL)*

    12:30 Medições da altura do Sol
    Máximo Ferreira (CCVC)*

    14:00 Encerramento


    Lista de acrónimos

    Mais informações: