sexta-feira, novembro 26, 2010

Sugestão de prenda de Natal

(clicar para aumentar)

Notas Importantes:
  • Preços apresentados incluem IVA à taxa actual
  • Portes não incluídos
  • Encomendas para encomendas@galactica.pt
  • Válido entre 02.11.2010 e 30.11.2010

Informação: Galáctica - Espaço M51



NOTA: post em estereofonia com o blog AstroLeiria.

quinta-feira, novembro 25, 2010

Observação astronómica na Senhora do Monte

Inserida nas actividades da Semana da Ciência e Tecnologia 2010, iremos fazer uma Observação Astronómica, na Senhora do Monte (Cortes – Leiria) aberta ao público em geral e sem pré-inscrição. Esta decorre no dia 26.11.2010 (6ª) entre as 21.00 e as 24.00 horas, pouco depois das Antenas de Rádio da zona mais alta do concelho de Leiria.
Aqui ficam os ficheiros de apoio:
NOTA: para quem não conhece a zona, aqui fica mapa do local da observação, em mapa configurável, bem como local de partida (Café Olhalvas), às 20.35 horas, de alguns participantes:
NOTA: actividade em conjunto com o Blog AstroLeiria.

quinta-feira, novembro 18, 2010

terça-feira, novembro 16, 2010

As primeiras amostras de asteróide chegam à Terra!

Japão orgulhoso do seu engenho espacial
Hayabusa foi mesmo a primeira sonda a trazer amostras de asteróide para a Terra

A Hayabusa colheu amostras do asteróide Itokawa e fez sete anos de viagem

A primeira sonda a trazer amostras de um asteróide para a Terra foi mesmo a Hayabusa japonesa, apesar de todos os problemas que sofreu, confirmou a Agência de Exploração Espacial do Japão (JAXA).

“Podemos confirmar a presença de 1500 partículas do asteróide Itokawa” nas amostras recolhidas este ano, no deserto australiano, após uma acidentada viagem pelo espaço, cheia de avarias. A composição das poeiras é extraterrestre, e há até um material que não se encontra na superfície terrestre, avança o site da revista de divulgação científica “New Scientist”.

É a primeira vez que chegam à Terra materiais colhidos directamente num outro corpo do sistema solar – até agora, só tínhamos amostras da Lua. O estudo destas poeiras – que têm menos de dez mícrons, sendo que um mícron é a milionésima parte de um metro – pode revelar-nos quais os materiais que existiam quando os planetas se formaram.

Para além de ajudar os cientistas a compreender a nossa casa no Universo, estudar os asteróides e a sua composição pode ser importante para proteger a Terra de eventuais impactos – nada como conhecer aquilo que se quer rebentar, ou afastar, por exemplo.

"A ciência que vamos fazer com base nestas partículas nos próximos anos não tem preço", comentou Paul Abell, do Centro Espacial Johnson da NASA, membro da equipa Hayabusa. "Depois de todo o trabalho duro que tivemos, e toda a longa espera, podemos dizer que pela primeira vez obtivémos amostras colhidas directamente num asteróide", disse, citado pela "New Scientist".

No Japão, a notícia é motivo de grande orgulho. “Estou extremamente emocionado, nem sei como descrever isto que vai para além dos meus sonhos, tivemos uma sorte incrível”, reagiu Junichiro Kawaguchi, o director do projecto na JAXA, citado pela agência AFP. “É uma estreia mundial e um sucesso notável”, sublinhou o ministro nipónico da Ciência e da Tecnologia, Yoshiaki Takagi, numa conferência de imprensa em Tóquio.

A cápsula com as poeiras do asteróide Itokawa foi recuperada em Junho, no deserto australiano, onde foi largada pela Hayabusa, ao reentrar na atmosfera terrestre. A sonda desintegrou-se, sem suportar as altas temperaturas da reentrada na atmosfera, terminando em fogo uma viagem espacial de ida e volta de sete anos e 6000 milhões de quilómetros.

Durante esta longa viagem, teve repetidas avarias, nos motores, nas baterias e outros equipamentos, que levaram a atrasar três anos o seu regresso à Terra e faziam duvidar de que existissem mesmo poeiras de asteróide no depósito que tinha sido colocado na sonda baptizada com a palavra em japonês para “falcão”. Mas, após o seu regresso à Terra em Junho, a Hayabusa tornou-se para os japoneses, grandes e pequenos, símbolo da temeridade e de persistência na adversidade, sublinha a AFP.

Saída de Campo na Serra da Estrela - Cogumelos

Saída de Campo "Introdução à Identificação de Cogumelos Silvestres"

21 de Novembro de 2010

A associação ALDEIA e o CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens) organizam, a 21 de Novembro, a saída de campo "Introdução à Identificação de Cogumelos Silvestres", em pleno Parque Natural da Serra da Estrela. A actividade é gratuita.

Esta saída é para "quem gosta de cogumelos silvestres e se quer iniciar na sua identificação", explicam os organizadores.

A actividade irá decorrer "num dos locais com mais tradição no que à colheita de cogumelos diz respeito. O objectivo desta saída de campo é dotar os participantes do conhecimento básico, sobre a identificação das espécies de cogumelos mais comuns do Parque Natural da Serra da Estrela".

A saída de campo está sujeita a alterações em função das condições meteorológicas.


Programa

08.00 – Ponto de encontro em Gouveia, na Delegação do Parque Natural da Serra da Estrela

08.30 – Saída de campo para recolha de cogumelos silvestres. Percurso pedestre de média dificuldade

13.00 – Pausa para almoço de campo (da responsabilidade dos participantes)

17.00 – Final da saída de campo

17.30 – Balanço da actividade e pequena tertúlia sobre a temática da actividade


Contactos

Telefone: 962 714 492

E-mail: cervas.pnse@gmail.com

sexta-feira, novembro 12, 2010

Formação sobre Blogues



Fazer e utilizar Blogues em contexto escolar

Mini-Acção de Formação não-creditada

Local
: Escola Básica Dr. Correia Mateus – Leiria.

Data: 17.11.2010 (4ª).

Horário: 14.30 – 16.30 horas.

Destinatários: Professores, com prioridade para docentes dos Grupos 230 e 520 da Escola Correia Mateus, mas aberta a outros docentes da mesma Escola ou de outras Escolas, até um limite de 15 pessoas (é necessário ter conhecimentos mínimos de Internet e ter e-mail do Google – Gmail – activo e funcional).

Actividades: Workshop para professores de aprofundamento de conhecimentos sobre a utilização em contexto escolar de Blogues, com especial ênfase na sua aplicação em divulgação científica, no uso com turmas e na sua adaptação a uso escolar. No âmbito da actividade far-se-á um Blogue na plataforma de alojamento Blogger e um Blogue de apoio na plataforma WordPress, bem como actualizações do Blogue Ciências Correia Mateus e/ou blogues dos participantes.

Formador: Fernando João Fernandes Oliveira Martins.

Organização: Grupo 520 (Biologia e Geologia) da Escola Correia Mateus e Blog Geopedrados.

Inscrições: por e-mail (fernando.oliveira.martins-arroba-gmail.com) ou Fax (244 854 019), indicando Nome, Grupo Disciplinar, E-mail e Escola onde lecciona.

NOTA: Será passado um Diploma aos participantes.

Documentos de Apoio:

Inquérito sobre Ciência

Recebido via e-mail, de uma ex-aluna, que está a fazer um estágio na área da divulgação de ciência em Espanha e que pretende transpor alguns dos conhecimentos adquiridos para a realidade Portuguesa:

Boa noite.
Gostaria de pedir a sua colaboração no preenchimento de um questionário que pode encontrar no seguinte endereço:


São apenas 5 minutos...

Trata-se de um questionário de auto-avaliação: não existem respostas correctas nem erradas. E serve apenas de orientação para definir alguns parâmetros sobre o conhecimento da pessoa comum sobre ciência.

Os inquiridos devem ter os seguintes pré-requisitos:

  • ter mais de 35 anos;
  • aceder à Internet pelo menos uma hora por semana por motivos não profissionais;
  • ser português e/ou residente em Portugal há pelo menos 3 anos.

Agradeço a colaboração e a divulgação. Obrigada.
Vera Ferreira

quarta-feira, novembro 10, 2010

Jornadas Quercus de borla em Fátima


XX Jornadas de Ambiente da Quercus

12 de Novembro de 2010 - Fátima

A Quercus vai realizar, no próximo dia 12 de Novembro, as suas XX Jornadas de Ambiente, este ano dedicadas ao tema do “Valorizar os Serviços dos Ecossistemas”. As Jornadas terão lugar no Dom Gonçalo - Hotel & SPA, em Fátima.


Programa

09.30 - Sessão de Abertura
  • Anabela Trindade (Sub-Directora Geral da APA - Agência Portuguesa de Ambiente)
  • Tito Rosa (Presidente do ICNB – Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade)
  • José Alho (Vice-Presidente do Município de Ourém)*
  • Susana Fonseca (Presidente da Quercus)
  • Representantes das empresas Mecenas das Jornadas

Entrega do Prémio "Valorização e Sustentabilidade do Sobreiro e da Biodiversidade Associada” ao Centro de Ecologia Aplicada Baeta Neves do Instituto Superior de Agronomia (ISA), que concorreu com o trabalho “Exclusão de pastoreio e biodiversidade dos montados: fundamentos para utilização do pastoreio rotacional”, Este prémio surge no âmbito da iniciativa europeia Business & Biodiversity, em resultado de um acordo celebrado em Outubro de 2007 entre a CORTICEIRA AMORIM, o ICNB, a AFN, a WWF e a QUERCUS, com vista à defesa do montado de sobro e à preservação da biodiversidade

Manhã
Moderadora: Susana Fonseca (Presidente da Quercus)

10.00 - Avaliação para Portugal do Millennium Ecosystem Assessment - Henrique Miguel Pereira (Centro de Biologia Ambiental Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)

11.00 - O estado dos serviços de ecossistemas em Portugal. Que opções para responder aos seus problemas? - Tiago Domingos (Instituto Superior Técnico)

Tarde
Moderador: Henrique Miguel Pereira

14.00 - Avaliação dos Ecossistemas de Portugal: Montanha - Estudo de caso - Carlos Aguiar (Instituto Politécnico de Bragança)

15:00 - Como valorizar economicamente os serviços prestados pelos Ecossistemas? - Américo Carvalho Mendes (Universidade Católica Portuguesa do Porto)*

16.00 - O caso de estudo dos serviços ambientais da Machouqueira do Grou - João Gomes Ferreira (CE Liège).

* a confirmar

Informações e Inscrições
Secretariado das Jornadas de Ambiente da Quercus
Apartado 112
2494-909 OURÉM
Telefone 249 544 500
Fax 249 543 243

Elementos necessários para efectuar a inscrição via e-mail:
Nome, Empresa/Entidade (se aplicável), Profissão, Morada, Código Postal, Telefone de contacto, E-mail

Destinatários
Gestores de empresas, directores de ambiente, engenheiros do ambiente, juristas, quadros da Administração Central e Local, profissionais da área de ambiente, público em geral.

As inscrições são gratuitas.
Será disponibilizado um certificado de participação.

Os geneticistas portugueses estão de parabéns

Drosophila americana
Primeiro genoma de um animal descodificado em Portugal

Estão descodificados 12 genomas deste modelo de investigação tão procurado

Pela primeira vez, uma equipa de investigadores portugueses sequenciou por completo o genoma de um animal. O protagonista é uma espécie de mosca-da-fruta – a Drosophila americana –, que neste caso apresenta grandes variações na sua longevidade, o que a torna um excelente modelo para estudos genéticos sobre esta questão numa época em que muitos países se confrontam com o envelhecimento da população.

Até ao momento, 12 espécies de moscas-da-fruta tiveram o genoma descodificado, incluindo a mais famosa de todas, a Drosophila melanogaster, um dos modelos muito utilizados em investigação genética. Agora, a equipa portuguesa, coordenada pelo geneticista Jorge Vieira, do Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, sequenciou pela primeira vez o genoma da Drosophila americana (que não encontra no território português).

“Não se trata de adicionar mais um genoma de Drosophila à lista”, diz Jorge Vieira, citado num comunicado da Universidade do Porto. “A espécie Drosophila americana deverá ser tida como um modelo único em algumas áreas do conhecimento”, sublinha o investigador, acrescentando que a sua equipa escolheu sequenciar duas estirpes, entre as cerca de 100 que tem no laboratório, que “apresentam longevidades muito diferentes”.

A equipa, que inclui ainda investigadores do Instituto de Engenharia e Sistemas de Computadores do Porto, já está à procura nas duas estirpes de diferenças genéticas entre as moscas que têm uma vida muito longa e as que vivem pouco tempo (o tempo de desenvolvimento, a resistência ao frio e o tamanho são outras diferenças entre elas que podem ser estudadas). A equipa, adianta Jorge Vieira, vai agora procurar os genes responsáveis pelas diferenças de longevidade.

Este trabalho é todo de autoria portuguesa, embora tenha havido a participação do Instituto para Genética Populacional, na Áustria, onde se encontram as máquinas utilizadas na sequenciação de todas as letras (pequenas moléculas) que compõem a grande molécula de ADN da mosca. Ela tem cerca de 15 mil genes, tal como outras espécies de moscas-da-fruta.

Estes dados já foram disponibilizados publicamente num “site” de livre acesso, criado pela equipa (http://cracs.fc.up.pt/~nf/dame/). Outros cientistas pelo mundo fora poderão agora utilizar estes dados em estudos de evolução ou de genética comparativa entre diferentes organismos, por exemplo. “Ter o genoma de Drosophila americana completamente sequenciado era uma necessidade para avançar nos nossos estudos, mas é nossa obrigação disponibilizar essa informação a toda a comunidade”, afirma Jorge Vieira.


NOTA: sugestão de notícia da colega Ana Couto...

O site das áreas protegidas de todo o mundo

Site da ONU convida a um passeio virtual por 150 mil áreas protegidas do mundo

O Parque Natural Sintra-Cascais está no mapa do Pnua (Rui Gaudêncio)
Dos fiordes da Noruega aos vulcões da Austrália, a ONU convida a um passeio virtual por 150 mil áreas protegidas do planeta. O site ProtectedPlanet.net, lançado ontem, inclui também informação sobre 216 locais em Portugal.

O site interactivo, com informação sobre cada área protegida, resulta de uma parceria entre o Programa da ONU para o Ambiente (Pnua) e da UICN (União Mundial de Conservação da Natureza). Entre os pontos marcados no mapa mundial encontramos a Ria de Alvor, o Parque Natural Sintra-Cascais, a Serra do Açor, o Sítio Classificado Rocha da Pena, as Berlengas e a Albufeira do Azibo. Ao todo são 216 locais.

Através das mais recentes imagens de satélite, os utilizadores podem seleccionar uma determinada área protegida e, ao aproximar-se mais, podem obter informações sobre as espécies ameaçadas ou as plantas nativas.

O site oferece ainda a oportunidade para os visitantes descarregarem para o mapa mundial as fotografias das suas próprias viagens às áreas protegidas, escrever diários com as suas experiências e recomendar outras áreas. O projecto quer ajudar a explicar a razão pela qual os recursos naturais estão a ser conservados.

“Isto pode inspirar outras pessoas a fazerem a viagem, levando assim receitas para as comunidades locais, muitas vezes pobres e em zonas remotas do globo”, explica o Pnua em comunicado.

De acordo com a ONU, a indústria do ecoturismo está a crescer rapidamente, representando 77 mil milhões de dólares (55,6 mil milhões de euros) no mercado global do turismo. “À medida que aumenta a preocupação com as alterações climáticas, cada vez mais turistas estão a escolher fazer férias amigas do Ambiente, incluindo visitas a áreas protegidas”, constata o Pnua. Segundo a revista “Travel Weekly”, em 2012 o turismo sustentável poderá crescer até representar 25 por cento do mercado mundial, elevando o valor do sector para cerca de 473 mil milhões de dólares (341 mil milhões de euros) por ano.

“Os parques nacionais e as áreas protegidas representam uma resposta chave e eficaz para conservar e gerir estes bens naturais do planeta”, comentou Achim Steiner, director-executivo do Pnua. Além disso, pode “gerar receitas e modos de vida para as comunidades locais”, acrescentou.


NOTA: sugestão de uma colega (Ana Couto) - o site referenciado (ProtectedPlanet.net) vale a pena ser visitado e o registo:

terça-feira, novembro 09, 2010

Curso de Astronomia em Leiria

Post em estereofonia com o Blog AstroLeiria, com uma actividade que recomendamos:

Curso de Astronomia – Origens do Universo

Desde a aurora da civilização que observamos o céu e que tentamos compreender o seu mistério. Por que razão existem estrelas? Por que brilham? De que é feito o Cosmos? Como apareceu tudo isto? Como é que estamos aqui? A procura destas respostas tem sido a essência da astronomia. E a busca leva-nos ao princípio de tudo, ao começo das nossas origens. é uma busca antiga aquela que vamos fazer. Vamos tentar compreender as nossas origens, viajando até ao início do universo, aos primeiros átomos, às primeiras estrelas, à formação do sistema solar e ao princípio da vida. Uma longa jornada para tentar compreender alguns dos mistérios mais profundos do Universo, desde as partículas elementares até aos grandes enxames de Galáxias, desde a formação da Terra até à vida.


Assuntos a abordar
  • A origem do Universo e da matéria;
  • O lado escuro do Universo;
  • A formação de estrelas e galáxias;
  • A formação da Terra e do Sistema Solar;
  • A vida no Universo.
Calendarização
20 e 27 de Novembro de 2010, das 15.00 às 20.00 horas

Formador
Astrónomo José Augusto Matos (FISUA – Associação de Física da Universidade), formador e divulgador na área da Astronomia.

Inscrições - Nº mínimo 16 e máximo 30

Público-alvo: Maiores de 14 anos. Não são necessários requisitos mínimos para frequentar a formação.

Custo de inscrição
€25,00/participante

Inscrições:
No Centro de Interpretação Ambiental de Leira, até ao dia 17 de Novembro de 2010.

Centro de Interpretação Ambiental de Leiria
cia@cm-leiria.pt
Contacto telefónico: 244 845 651

Ficheiros de Apoio

Júpiter, GMV & MVJ

Post roubado ao Blog AstroLeiria, com nossos agradecimentos ao João Cruz por mais uma bela foto:

Apesar de as condições atmosféricas não serem as melhores (neblina típica leiriense...) ainda foi possível fazer um boneco do Rei dos Planetas, com a Grande Mancha Vermelha - tempestade onde cabem 3 planetas Terra no seu eixo longitudinal - e a Mancha Vermelha Júnior, com aproximadamente metade do tamanho da GMV. Esta MVJ, originalmente denominada Oval BA desenvolveu-se através das "colisões" de 3 tempestades jovianas, no ano de 2000. Esta Oval BA tinha uma cor branca mas, a partir de Novembro de 2005, houve alterações que culminaram na cor que hoje apresenta, idêntica à GMV.

quarta-feira, novembro 03, 2010

Adeus vaivém Discovery

Discovery
A última viagem após 26 anos de descobertas


O mais antigo vaivém da NASA em actividade é lançado hoje na sua última sessão


O vaivém espacial Discovery recebeu o seu nome após vários barcos britânicos, conhecidos pelas suas numerosas descobertas, como o HMS Discovery, que navegou com James Cook. Como esses, chega finalmente ao fim a história do terceiro vaivém espacial da agên- cia espacial norte-americana, a NASA. A nave espacial faz hoje o seu último voo antes da reforma, após 26 anos a descobrir o espaço: foi o Discovery que, por exemplo, transportou o telescópio Hubble até ao espaço.

A partida estava programada para segunda-feira, mas alguns problemas técnicos, relacionados com a pressurização de um dos motores de navegação espacial, obrigaram a que a partida fosse adiada por alguns dias.

Ontem, os responsáveis pela missão reuniram-se e aprovaram o lançamento do vaivém, determinando que a nave espacial "estará preparada para esta quarta-feira", às 19.52 (hora portuguesa).

Por parte do tempo, os técnicos de meteorologia de Cabo Canaveral, na Califórnia, estão descansados. Calculam que haja 70% de hipóteses de que o clima respeite o início da missão número 39 do mais velho vaivém espacial em actividade - o terceiro de todos os tempos, após o Enterprise e o Columbia .

A missão em si irá durar 11 dias na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), aliás, local que o Discovery conhece bem, pois foi encarregado das suas missões de investigação, assim como da montagem da dita estação espacial.

A reforma dos três vaivéns espaciais da NASA - Discovery, Atlantis e Endeavour - foi decidida pelo Presidente norte-americano, Barack Obama, que optou por cortar no orçamento da NASA.

Nos seus 26 anos de história - a primeira missão foi a 31 de Agosto de 1984 -, um dos momentos mais marcantes terá sido o transporte do telescópio Hubble para o espaço, no dia 24 de Abril de 1990. O Hubble permitiu explicar o nascimento de estrelas ou planetas e estimar a idade do universo em 13 700 milhões de anos. Inclusive, a investigar a misteriosa matéria negra que fez com que a expansão do Universo tenha sido mais acelerada.

Do seu currículo constam também dois momentos importantes na história da exploração espacial: foi o Discovery que fez as viagens após os desastres com os vaivéns Challenger, em 1988, e Columbia, em 2005. O Challenger partiu-se em dois no dia 28 de Janeiro de 1986, 73 segundos após ser lançado; o Columbia desintegrou-se ao entrar na atmosfera da Terra no primeiro dia de Fevereiro de 2003.

O voo de 1988 foi apelidado de "Retorno ao Espaço", após dois anos sem qualquer lançamento, e foi feito por uma equipa composta apenas por veteranos. O Discovery repetiu a experiência após o desastre do Columbia, com a viagem "Retorno aos Voos", a 26 de Julho de 2005.

Após 38 missões, 5628 órbitas e 230 003 477 quilómetros, a nave vai ter hoje a sua última missão, ao que se segue a reforma. A partir de 12 de Novembro de 2010, o Discovery fica para sempre na Terra.

in DN - ler notícia

terça-feira, novembro 02, 2010

A ISS faz 10 anos e recomenda-se

Espaço
ISS: A grande casa do homem no espaço atingiu a meia-idade

Hoje a ISS tem 14 módulos

A 2 de Novembro de 2000, chegava a primeira tripulação. Agora, tem, pelo menos, mais dez anos para provar as esperanças nela depositadas.


Quando o norte-americano William Shepherd e os russos Serguei Krikaliov e Iuri Guidzenko zarparam do cosmódromo de Baikonur para o espaço a bordo de uma nave Soiuz em direcção à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), sabiam que tinham pela frente dois dias de viagem até chegar àquela a que se começava a chamar a casa do homem no espaço. Mas quando lá chegaram, a 2 de Novembro de 2000, a ISS tinha apenas três módulos: o Zaria (Alvorada, em russo), compartimento de carga e de acoplagem com as naves russas; o Unity, módulo de ligação norte-americano; e um módulo habitacional russo, o Zvezda (Estrela).

Construída ao longo dos anos à maneira de um Lego gigante numa colaboração entre cinco agências espaciais (para além da russa RKA e da norte-americana NASA, há ainda a europeia ESA, a japonesa JAXA e a canadiana CSA), a ISS possui actualmente 14 módulos pressurizados, com nomes igualmente poéticos -Destiny, Harmony, Quest, Tranquility e por aí fora. E ainda uma gigante estrutura exterior que suporta em particular os 16 painéis solares que a abastecem em energia eléctrica.

Mas a ISS ainda não está completa - e apenas o ficará no início do próximo ano. Entretanto, na quarta-feira o vaivém norte-americano Discovery deverá transportar, no seu derradeiro voo espacial, o módulo Leonardo - de fabrico italiano e destinado a armazenar mantimentos e peças sobressalentes.

A última peça do puzzle será colocada em Fevereiro de 2011, quando o vaivém Endeavour entregar o módulo Nauka, que em russo significa "ciência" - e que conterá um instrumento científico baptizado AMS (Alpha Magnetic Spectrometer), que irá analisar os raios cósmicos à procura de grandes quantidades de formas misteriosas de matéria, como antimatéria ou matéria escura.

No início, apenas três pessoas podiam viver na ISS, a mais de 300 km de altitude, em órbita em redor da Terra. Hoje, a estação suporta seis inquilinos, organizados em "expedições" sucessivas, que permanecem cada uma vários meses a bordo. A sua zona habitável é do tamanho "de um grande T6", explica a NASA no seu site, com duas casas de banho e um ginásio. O volume pressurizado interno é superior ao de um Boeing 747.


À espera de retorno

O projecto da ISS foi fortemente criticado ao longo dos anos, principalmente pelos custo, que se estima terá sido, no total, da ordem das dezenas - e talvez mais de uma centena - de milhares de milhões de dólares. O seu fim chegou a ser previsto para 2015, durante a Administração de George W. Bush, mas em finais de 2009 a existência activa da estação acabou por ser prolongada pelo menos até 2020 pela administração Obama.

Para a NASA, é a partir de agora, quando estiver completa, que a ISS poderá iniciar a fase "madura" da sua vida útil. "Com mais dez anos para operar uma ISS na idade madura, esperamos conseguir os retornos científicos para os quais a estação foi construída", diz em comunicado da agência espacial Mike Barratt, que foi engenheiro de voo de duas expedições. "Devemos ao mundo respostas a perguntas de ciência básica e de medicina e a ISS pode fazê-lo abundantemente se utilizada com cuidado."

Um dos objectivos de sempre da ISS foi preparar a via para uma futura permanência humana de longa duração no espaço - seja em missões à Lua ou a Marte.

Há apenas uns dias, a 25 de Outubro, a ISS permitiu bater o recorde de permanência humana contínua no espaço, ultrapassando o anterior recorde de 3644 dias, até aí detido pela sua predecessora, a estação espacial russa Mir.

domingo, outubro 31, 2010

Acção de Formação - Educador Ambiental


Acção de Formação - Educador Ambiental

Data: 13 e 14 de Novembro de 2010

Local: Centro de Interpretação Ambiental de Leiria

Horário: das 09.30-13h00 e das 14.00-18.30 horas

Formadoras: Mariana Cruz e Raquel Lopes



Conteúdos gerais
  • Fundamentação histórica da Educação Ambiental
  • A crise ambiental e as respostas da sociedade
  • Actuação da Educação Ambiental
  • Estratégias e técnicas a desenvolver em Educação Ambiental

Outros aspectos

Ficheiros de apoio:

sábado, outubro 30, 2010

Um dinossáurio (muito) católico

Mármore veio da Suíça
Itália: Fóssil de dinossauro encontrado em catedral

Restos do dinossauro ficaram 'impressos' no mármore

Um paleontólogo encontrou o fóssil do crânio de um dinossauro no mármore da escadaria do altar da Catedral de Santo Ambrósio, na cidade italiana de Vigevano.

Em declarações ao site Discovery News, o paleontólogo Andrea Tintori, da Universidade de Milão, responsável pela descoberta, disse que o fóssil "mostra claramente o crânio, as cavidades nasais e numerosos dentes".

Na igreja, construída entre 1532 e 1660, foi utilizado mármore proveniente de uma região da Suíça onde têm sido encontrados muitos fósseis.

Segundo Andrea Tintori, o dinossauro ainda não identificado deverá ter vivido no Baixo Jurássico, há cerca de 190 milhões de anos.

in CM - ler notícia

9º Encontro Geologia no IST



A secção de Minas e Georrecursos do Instituto Superior Técnico vai realizar o 9º Encontro “Geologia no IST”. Este encontro é dedicado aos novos desafios que se colocam à indústria mineira, e nele serão debatidos temas como os novos projectos mineiros em Portugal, a problemática dos riscos geológicos e da segurança sendo abordados exemplos mediatizados. Revisitar-se-á neste Encontro a exploração de hidrocarbonetos com particular ênfase para o caso de Portugal e será discutida a vida dos espaços mineiros para além do fim da exploração, em particular serão analisados a reconversão em reservatórios de gás natural e para turismo.

Assim, vimos convidá-la(o) a participar neste 9º Encontro que se realizará no próximo dia 6 de Novembro de 2010 (sábado) às 14.00 horas no Pavilhão de Civil do Instituto Superior Técnico.

A participação é gratuita estando sujeita a inscrição prévia, até ao próximo dia 2 de Novembro, pelo e-mail teresa.carvalho@ist.utl.pt, para onde podem também ser pedidas mais informações.

PROGRAMA – AQUI.

Feira de Minerais de Coimbra já tem data

AVISO


Vai realizar-se, em Coimbra, no Departamento de Ciências da Terra, de 26 a 28 de Novembro de 2010 (6ª a Domingo), a tradicional Feira de Minerais (XVI Feira Internacional de Minerais de Coimbra).

Em breve serão colocadas mais informações nomeadamente do horário e do número de expositores.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Quinta da Escola – um local no PNSAC recomendado por nós



O ano passado colaborámos, no âmbito de uma visita ao Carsoscópio, com uma mestranda da Universidade de Lisboa, permitindo que os nossos alunos respondessem a um inquérito.

Essa mesma mestranda (Verónica Paiva) enviou-nos a versão final da Tese (que iremos aqui divulgar quando a tiver defendido) e ainda o Plano Anual de Actividades da Quinta da Escola – Centro de Educação Ambiental, com imensas actividades, local para dormidas e refeições.

O Blog Geopedrados e Ciência Correia Mateus recomendam este local, situado entre as localidades de Alvados e Serra de Santo António, cuja localização aqui fica (seta verde):


Ver mapa maior

sexta-feira, outubro 22, 2010

Etnobotânica e Biodiversidade em Ourém


Jornadas da Etnobotânica e Biodiversidade 

27 e 28 de Novembro de 2010

Inscrições Gratuitas (Inclui documentação e diploma, a todos os participantes)

Auditório da Câmara Municipal de Ourém
39º 39’ 31.61’’ N
08º 34’ 41.74’’ O


Programa

27 de Novembro (Sábado)

09.30 Recepção dos participantes e entrega da documentação

10.00 – Painel: Biodiversidade

- Fernando Catarino Universidade de Lisboa

11.30 – Pausa com chá e bolinhos locais

12.00 – Pedro Cortes – Engenheiro Agro-florestal

12.45 – Espaço debate

13.30 – Almoço regional (pago; local e ementa a definir, mediante inscrição prévia)

15.00 – Painel: Etnobotânica

- Amélia Frazão Moreira - Departamento Antropologia da FCSH (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) e CRIA (Centro em Rede de Investigação em Antropologia).

- António Flor – Botânico

16.30 – Pausa com Castanhas e abafado

17.00 – Jorge Paiva – Universidade de Coimbra

17.45 – Espaço debate

18.30 – Projecção do filme ‘Em nome da terra’ comentada pela realizadora Rita Saldanha (a confirmar)

20.00 – Jantar regional e animação musical (pago; local e ementa a definir, mediante inscrição prévia).


28 de Novembro (Domingo)

10.00 – Saída de campo no Agroal para observação da flora e fauna

13.00 – Almoço regional (pago; local e ementa a definir, mediante inscrição prévia)

14.30 – Conclusões e encerramento dos trabalhos




quarta-feira, outubro 20, 2010

Jornadas da OIKOS de Leiria

XVI JORNADAS SOBRE AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

“Biodiversidade – Herança de Futuro?

A Oikos vai realizar nos próximos dias 21 e 22 de Outubro de 2010, as XVI Jornadas sobre Ambiente e Desenvolvimento este ano subordinadas ao tema “Biodiversidade – Herança de Futuro?”. O evento terá lugar no auditório da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria. Entrada será livre, mediante inscrição. 

PROGRAMA

Dia 21 de Outubro, Quinta-Feira

09.00 - Entrega de documentação
09.30 - Sessão de abertura
  • Presidente da Oikos
  • Vereadora do Ambiente da Câmara Municipal de Leiria
  • Governador Civil do Distrito de Leiria
10.00 - Painel A: Importância da Biodiversidade
”Origem e Evolução das Espécies”
José Teixeira - CIBIO - Universidade do Porto
11.00 - Intervalo
”Importância da Biodiversidade”
Jorge Paiva - Universidade de Coimbra
12.15 - Debate
Moderador: José Castro (Oikos)
13.00 - Almoço
14.30 - Painel B: Biodiversidade em Portugal
“O Mundo dos Invertebrados”
Isabel Abrantes - Universidade de Coimbra
“Aves de Portugal”
Gonçalo Elias - Projecto Aves de Portugal
16.00 - Intervalo
”Flora de Portugal”
João Honrado - Universidade do Porto
“Répteis e Anfíbios de Portugal”
José Teixeira - CIBIO - Universidade do Porto
17.30 - Debate
Moderador: Edgar Lameiras (ESECS/IPLeiria)
18.00 - Encerramento


Dia 22 de Outubro, Sexta-Feira

09.30 - Painel C: Ameaças à Biodiversidade
“Principais Ameaças à Biodiversidade em Portugal”
Eugénio Sequeira - Liga para a Protecção da Natureza
“Alterações Climáticas e Biodiversidade”
Maria João Cruz - Universidade de Lisboa
11.15 - Intervalo
“Espécies Invasoras”
Helena Freitas - Universidade de Coimbra
12.15 - Debate
Moderador: Rui Cordeiro (Vertigem)
13.00 - Almoço
14.30 - Painel D: Conservação da Biodiversidade
“Lobo Ibérico”
Francisco Petrucci - Fonseca - Universidade de Lisboa
“Biodiversidade Marinha”
Jorge Gonçalves - Universidade do Algarve
16.00 - Intervalo
“Conservação da Biodiversidade nas Áreas Classificadas
- Região de Leiria”
Luís António Ferreira - Instituto da Conservação da Natureza
e da Biodiversidade
17.00 - Debate
Moderador: Nuno Carvalho (Oikos)
17.30 - Encerramento das Jornadas

Local: Auditório da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria

Entrada livre mediante inscrição

terça-feira, outubro 19, 2010

Curso de Iniciação à Espeleologia em Lisboa



Curso de Iniciação à Espeleologia - Novembro de 2010

17, 20, 21, 25, 27 e 28 de Novembro de 2010

OBJECTIVOS
Este curso tem como objectivo dar aos participantes a capacidade de visitar uma gruta de dificuldade média, quando enquadrados por chefes de equipa habilitados, e descobrir globalmente os diferentes aspectos culturais, científicos e ambientais relacionados com as grutas e regiões calcárias.

CURRICULUM
O curso tem uma duração de seis dias e é composto por aulas teóricas (A História da Espeleologia, A Formação das Grutas, Equipamentos e Técnicas de Espeleologia, A Vida nas Grutas, Conservação do Meio Subterrâneo, Prevenção de Acidentes), por aulas práticas, treinos técnicos em falésias e visitas a grutas de acesso vertical e horizontal.

CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO
Ser sócio da SPE
Idade mínima: 15 anos
Preço: € 150

O preço deste curso inclui a admissão a sócio aluno, o empréstimo de material técnico individual, bibliografia básica, alojamento e seguro.

Inscrições até 06 de Novembro


ALOJAMENTO
Será fornecido alojamento em quartos duplos.

EQUIPAMENTO
O equipamento técnico individual e colectivo será fornecido pela EPE.
O equipamento indispensável, a providenciar por cada participante é o seguinte:
  • Fato-macaco ou roupa velha resistente e que não seja apertada para utilização dentro de gruta e no campo e que se possa sujar;
  • Botas de água (galochas ou botins) e em alternativa outro tipo de botas de campo ou calçado desportivo que se possa sujar;
  • Luvas de trabalho em PVC ou cabedal;
  • Conjunto de 4 pilhas alcalinas de tipo AA.

É recomendável dispor de roupa de protecção contra a chuva e de um saco de plástico de grandes dimensões para colocar a roupa e calçado utilizado dentro de gruta. Cada participante considera-se responsável pelas perdas e danos que causar no material e equipamento que lhe for distribuído pela EPE.

LOCALIZAÇÃO
O curso realizar-se-á em Lisboa onde serão ministradas as aulas teóricas e no Parque Natural de Serras de Aire e Candeeiros, onde decorrerão as sessões práticas e as visitas a grutas.


TRANSPORTE
O transporte fica a cargo de cada participante, devendo efectuar-se em viatura própria. O trajecto e os locais de encontro serão previamente combinados.

PROGRAMA

CONTACTOS
Escola Portuguesa de Espeleologia
Departamento de Ensino da Sociedade Portuguesa de Espeleologia
Tel: 916 636 461

Texto original - AQUI

quarta-feira, outubro 13, 2010

Fotos da actividade de 05.10.2010 - disjunção prismática de Portela de Teira

Fotos da disjunção prismática em doleritos de Portela de Teira:

Fotos da actividade de 05.10.2010 - pegadas de dinossáurios de Pé da Pedreira

Pegadas de dinossáurios de Pé da Pedreira - Vale de Meios:

Fotos da actividade de 05.10.2010 - Algar do Ladoeiro

Fotos do Algar do Ladoeiro:

Fotos da actividade de 05.10.2010 - Fórnia

Fórnia (Zambujal de Alcaria) - afloramento fossilífero (com amonites, belemnites e braquiópodes):

Fotos da actividade de 05.10.2010 - Alqueidão da Serra

Paragem em afloramento de dolerito mostrando disjunção esferoidal:

Fotos da actividade de 05.10.2010

Vamos agora colocar, em cinco posts, as fotos das nossa saída de campo de 05.10.2010, aqui previamente anunciada.

Almoço, na estrada Cabeço das Pombas - Cortiçal

quinta-feira, outubro 07, 2010

Notícia sobre Espeleologia

Sociedade Portuguesa de Espeleologia alerta para os efeitos da poluição no monumento
Especialista defende criação de zona de protecção da gruta de Mira de Aire


 Espeleólogos e mergulhadores estiveram a explorar a gruta

O presidente da Sociedade Portuguesa de Espeleologia (SPE), José António Crispim, defende a criação de uma zona de protecção da gruta de Mira de Aire. O geólogo, que há cerca de 40 anos faz trabalhos de exploração naquele local, diz que tem notado “alterações graves” na gruta, consequência da contaminação das águas e da construção
à superfície.

Segundo o especialista, que nos últimos dias liderou uma equipa que esteve a explorar a gruta, os efeitos já se fazem sentir na parte turística, onde existem “zonas com fungos, crescimento acelerado de algas e cheiros”. Sinais que, de acordo com o docente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, resultam das águas contaminadas que entram na gruta, nomeadamente vindas das estradas, e da falta de saneamento básico naquela zona. “Por vezes, as fossas sépticas são um pró-forma e o seu mau funcionamento acaba também por afectar a gruta”, acrescenta o geólogo.

“Não basta empenharmo-nos em concursos, que são importantes, mas que não resolvem tudo. É necessária uma actuação estratégica para proteger aquele local”, defende José António Crispim, numa alusão à eleição
recente da gruta de Mira de Aire como uma das sete maravilhas naturais de Portugal.

O especialista frisa que os trabalhos de prospecção feitos nos últimos anos, sobretudo pela SPE, indiciam que “há boas probabilidades” de serem encontradas novas zonas visitáveis, inclusive nos concelhos de Batalha e de Alcanena, para onde se estende a gruta. “A confirmar-se isso, era conveniente que essas áreas estivessem minimamente protegidas”, diz.

Nos últimos dias, perto de 30 elementos, na sua maioria ligados à SPE, participaram em trabalhos de exploração da gruta na zona designada por rio negro. Segundo José António Crispim, foram percorridos cerca de 200 metros, tendo sido necessário recorrer a mergulhadores em algumas zonas. Os espeleólogos estiveram em seis galerias, três desconhecidas e três referenciadas há cerca de 20 anos.

A chuva que caiu no domingo acabou por prejudicar os trabalhos, uma vez que, a zona de acesso a uma galeria onde estavam quatro elementos da equipa encheu, deixando-os isolados durante várias horas. O coordenador explica que foi accionado um sistema de prevenção com a chamada de outra equipa de mergulhadores e o pedido de uma segunda bomba para retirar água. No entanto, esses meios acabaram por não ser utilizados.

domingo, outubro 03, 2010

Saída de Campo no PNSAC

Na próxima terça-feira, dia 05.10.2010, os Blogues Geopedrados e GeoLeiria, em conjunto com o Grupo de Recrutamento 520 da Escola Correia Mateus de Leiria, irão organizar uma Saída de Campo pelo Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Esta será feita recorrendo a veículos dos participantes e será feita nos seguintes moldes:


1. Trajecto

Leiria – Alqueidão da Serra – Porto de Mós – Alcaria – Serra de Santo António – Pé da Pedreira – Portela de Teira –  Leiria.


2. Horário

09.30 – Partida da Travessa da Rua das Olhalvas; 10.00 – Alqueidão da Serra - visita a afloramento com disjunção esferóidal; 11.00 – Ecoteca de Porto de Mós - eventual visita; 12.30 – Alcaria - observação de local com fósseis e almoço partilhado; 14.00 – Serra de Santo António - visita a  um Algar;  15.00 – Pé da Pedreira - visita ao Geomonumento de Vale de Meios; 16.00 - Portela de Teira - visita a afloramento com disjunção prismática; 17.00 – Chegada ao ponto de partida.


3. Custos

Poderá ser combinada um valor para dar aos donos dos veículos.

4. Aspectos práticos da visita

- Trazer roupa e calçado para andar no campo e chapéu ou boné, bem como máquina fotográfica e GPS (opcionais);
- Trazer água e alimentação (o almoço e merenda serão em pic-nic partilhado).

NOTA: As pessoas interessadas devem contactar-me, por e-mail, indicando quantos adultos e quantas crianças vão e se pretendem levar automóvel.

sexta-feira, outubro 01, 2010

Fósseis de Angola permitem compreender os mosassauros

Um novo esqueleto de um mosassauro, um réptil marinho aparentado aos lagartos monitores, descoberto em Angola permite compreender melhor a anatomia e evolução de um grupo de mosassauros, os globidensinos, adaptado a uma dieta durófoga (à base de animais de carapaça ou concha dura, como moluscos e crustáceos). 

Este tipo de mosassauros têm os dentes arrendondados (justificando o nome Globidens) e muito fortes para poderem esmagar as suas presas.

A espécie em causa, Globidens phosphaticus, era conhecida a partir de dentes isolados do Cretácico superior de Marrocos, mas esta descoberta pela equipa PaleoAngola, que inclui elementos da Universidade Nova de Lisboa e Museu da Lourinhã, vem dar a conhecer muito melhor a sua anatomia pois trata-se do esqueleto mais completo da espécie. O estudo foi liderado por Michael Polcyn (SMU).




Polcyn, M., Jacobs, L., Schulp, A.S., Mateus, O. 2010. The North African Mosasaur Globidens phosphaticus from the Maastrichtian of Angola. Historical Biology. 22 (1 – 3): 175–185 DOI: 10.1080/08912961003754978 PDF

Abstract: New mosasaur fossils from Maastrichtian beds at Bentiaba, Angola, representing elements of the skull and postcranial axial skeleton from two individuals of the durophagous genus Globidens, are reported. Based on dental morphology, specifically the inflated posterior surface and vertical sulci, the Bentiaba specimens are identified as Globidens phosphaticus, a species defined by characters of a composite dentition from the Maastrichtian of Morocco. Comparisons indicate that G. phosphaticus is most closely related to G. schurmanni, from the late Campanian of South Dakota, the youngest north American Globidens species at about 72.5 Ma. The morphology of the premaxilla and its relationship with the maxillae is unique among mosasaurs, and supports the taxonomic validity of G. phosphaticus. In contrast with earlier species of the genus, G. phosphaticus is currently known from north and west Africa, the Middle East and the central eastern margin of South America, suggesting it may have been restricted to the Maastrichtian tropical zone as previously hypothesised.

in Lusodinos - post de Octávio Mateus

O Dia Mundial da Música em versão científica


Hoje, Dia Mundial da Música, numa altura em que se sabe de um planeta parecido com os do sistema solar a apenas 20 anos-luz da Terra, deixamos "Os Planetas" - Júpiter, de Gustav Holst, pela Orquestra Filarmónica da Cidade de Tóquio dirigida pelo maetsro Taijiro Iimori, num concerto na Tokyo Opera City em 26 de Julho de 2007.

Pegadas de pterossauro em Portugal



É conhecido que Portugal é rico em pegadas e ossos de dinossauros. Contudo, de répteis voadores, os pterossauros, apenas se conhecem alguns ossos e dentes isolados em Portugal e até há pouco tempo não se conheciam pegadas.



Um novo artigo científico, assinado por Octávio Mateus e Jesper Milàn, dão a conhecer pegadas de pterossauro do Jurássico Superior de Portugal, nomeadamente da Lourinhã e Zambujal de Baixo, Sesimbra (Cabo Espichel). Esta segunda jazida já era conhecida por ter pegadas de dinossauro.


O artigo está disponível aqui. 
Mateus, O & J Milàn (2010) First records of crocodyle and pterosaur tracks in the Upper Jurassic of Portugal. New Mexico Museum of Natural History and Science Bulletin 51: 83-87.

in Lusodinos - post de Octávio Mateus